15 de fev de 2013

A Concepção de infância

15 de fev de 2013

A Concepção de infância
O início de uma eterna caminhada!



Imagem que demonstra
 a ideia do 'adulto em miniatura'
fonte
Hoje muito se estuda sobre as crianças e seus desenvolvimentos, mas nem sempre foi assim! Houve uma época em que a ciência não se dedicava a criança, nem a educação e os pequeninos eram vistos de outra forma; Acreditavam que a criança era fruto do pecado e por isso já nascia com maldade.
Na igreja as pias para batismo eram colocadas do lado de fora, eles evitavam que o bebê passasse pelo interior da igreja antes de ser purificada.
A educação era rígida, corretiva, disciplinadora, a criança era vigiada todo momento, esse era o método para tornar  a criança ‘boa’.



Os filhos eram propriedade do pai e desde cedo eram afastadas da mãe e entregues às ama de leite e criados até uma certa idade depois os meninos eram entregues a uma pessoa responsável para ensinar as primeiras letras, os que eram herdeiros da realeza, ou de grandes proprietários tinha seus cuidados especiais! Já as meninas eram entregues aos conventos e ficavam lá até o pai escolher um noivo.

Sem infância as crianças sofriam maus tratos, exploração de mão de obra infantil (por ser mais barata) além dos abortos, isso tudo era comum e ignorado pelo estado e pela igreja, o sentimento de infância de zelo não existia, não era falta de afeto! Era descaso com a infância, em melhor palavras; falta de conhecimento! 
Mas á frente, a criança era vista apenas como um ‘adulto em miniatura’  por isso as conversas, as informações e também os vestuários já fazia parte do seu mundo.

Então chegou o tão esperado século XVII, onde começaram a pensar na criança e discutir sobre infância, já era tempo! Os principais pensadores dessa época foram; John Locke e Rousseau
John em sua teoria dizia que a aprendizagem ocorria com as experiências com o mundo exterior, foi ele quem disse que a criança nascia com a mente como uma ‘folha branca’ e portanto os pais deveriam ‘preenchê-las’. Já Rousseau acreditava que a criança trazia consigo um conhecimento que vinha da genética, e por isso o menor contato com o mundo exterior era melhor para não influenciar seu desenvolvimento.

Os pensamentos são distintos, porém foram de grande importância para começar a olhar para criança, para infância com outros olhos, dando os primeiros passos para caminhar, e hoje sabemos a importância dessa fase nas nossas vidas, e olhar para frente e ver que ainda temos muito que caminhar!
               
                 Jardineiras compartilhe conosco seus métodos para sua eterna 'caminhada'!


Para fazer o texto estudei a matéria de
 ‘Educação de 0 a 5 anos’ pela faculdade UNOPAR.
Livro didático da matéria página 01 á 04.

3 Comentários:

  1. Olá Carol!!

    Passando para agradecer a visita e conhecer o seu blog que por sinal é muito especial. Já estou amando desde já.
    Um super beijo e que Deus abençoe sua vida.

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  2. Olá Carol! Vim agradecer sua linda visita ao meu blog e por está seguindo, seja bem vinda aquele cantinho é nosso.
    Amei o seu cantinho, lindo e com postagens maravilhosas! Parabéns pelo lindo trabalho que inicias nesta blogsfera. Já estou ficando, que bom participar de um site assim, só tenho a ganhar conhecimentos. Uma linda noite e um amanhecer feliz.Bjuss

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  3. Oi Carol, muito obrigado pela visita e comentário tão carinhoso.
    Conhecer seu blog foi um grande presente, tenho um filho de 5 anos e seus post, vão me ajudar muito. Ficou difícil escolher em qual comentar, pois todos são muito bons. Estarei aqui sempre.
    Beijos
    Priscilla

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